sábado, 12 de novembro de 2011

Homem morto trabalha por uma semana



(Notícia do New York Times) Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, 
porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há 5 dias. 
George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, 
sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários. 
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, 
quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. 
O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse: 'O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair 
no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não 
dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.' 
A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco. 
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SUGESTÃO:
 

De vez em quando acene para os seus colegas de trabalho.
 
Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!
 


MORAL DA HISTÓRIA:
 
"Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo...
"

Gandhi e suas lições!

A Roupa de Gandhi

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Mahatma Gandhi só usava uma tanga a fim de se identificar com as massas simples da Índia,
pra ele as vestimentas nunca foram importantes. 
Certa vez ele foi convidado pelo governador inglês para uma festa beneficente e chegou vestido como de hábito,
com uma tanga. 
Os criados vendo-o não o deixaram entrar, pois era uma festa de gala.
http://exame.abril.com.br/assets/pictures/19416/size_590_festa-gala-gestores.jpg?1290533049
Ele tranqüilamente,
 voltou para casa e enviou um pacote ao governador, por um mensageiro.
 Dentro continha um terno. 
O governador ligou para a casa dele e lhe perguntou o significado do embrulho.
O grande homem respondeu:
- Fui convidado para a sua festa, mas não me permitiram entrar por causa da minha roupa.
 Se for a roupa que vale, eu lhe enviei um  terno.
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Desta forma, Mahatma Gandhi provou que a "roupa não faz o homem"...
e nós ainda temos o hábito de "olhar" as pessoas pela sua maneira de vestir ou calçar, ou seja, continuamos vendo o externo, sem nos importar o conteúdo. 

Médico aos 6 anos de idade !

Apesar da suscitação de uma bem provável retomada da memória da última existência carnal por esse menino, é bem provável, também, que ele seja um alcionino, valendo destacar que todos os alcioninos aprendem tudo que precisam aprender para cumprir suas missões específicas aqui na Terra em transição e pós-transicional. Quando chegam aqui pela primeira vez, já vêm sabendo mais sobre nós e nossas necessidades do que nós mesmos. Estão incluídos entre as chamadas crianças cristais. 
É o que depreendo a partir da leitura do livro "Transição Planetária", que aborda tais imigrações em massa para servir ao Cristo nas próximas décadas.
MÉDICO AOS 6 ANOS DE IDADE
 
 
 
 
Um médico de apenas 06 anos de idade
Quem vê estas fotos, logo pensa que se trata de uma apresentação teatral infantil ou coisa parecida. Mas não é bem isso.
No artigo de hoje veremos o caso desse menininho mexicano, de seis anos de idade, que faz palestras sobre osteoporose e outra diversidade de temas médicos.
Em verdade tudo aconteceu de forma instrutiva e peculiar. O menino mexicano, Maximiliano Arellano, falou, por 45 minutos, para um público composto por médicos e profissionais de saúde da Universidade Autônoma do México.
O tema é incomum para a sua idade, pois discorreu sobre Osteoporose.
Como não tinha um púlpito para sua altura, foi improvisada uma cadeira para que ele atingisse o microfone.
Sua mãe, a Sra. Alejandra de Noé, conta que, desde os dois anos, seu filho demonstrou conhecimento da ciência médica, já tendo realizado palestra, até sobre Anatomia Cardiovascular.
Sua mãe esclarece que ele tem seus passatempos como uma criança normal, como brincar com videogame, fazer natação, etc.
O Diretor da citada Faculdade de Medicina, Roberto Camacho, disse que Maximiliano fala de fisiopatologia com um linguajar de um residente. Por isto está em estudo uma forma de poder introduzi-lo naquela instituição.
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Para a Doutrina Espírita, o conhecimento de Maximiliano pela medicina, tão precocemente, demonstra que ele o adquiriu em vidas pregressas e, nesta vida, aflorou na infância. É a única explicação, muito lógica, aliás, para esse fato.
Percebe-se que Maximiliano dá pouca importância para sua memória precoce, pois revela ser um espírito desprendido. Ele afirmou que, quando crescer, quer ser médico, para diminuir as dores das pessoas.
Meus queridos amigos, o Espiritismo tem como um dos seus princípios a reencarnação, uma lei da natureza, e que a ciência convencional ainda não compreendeu.
Ao analisarmos um caso como este, percebe-se que a memória humana é extracerebral; portanto independe completamente do cérebro.
Quando perece o corpo físico, o Espírito, que é imortal, liberta-se, íntegro, levando portando, suas aquisições intelectuais e morais.
Admitindo-se a realidade reencarnacionista tudo se faz esclarecedor, encontrando a justiça das leis do Criador atuando na criatura e, de forma coletiva, em toda a humanidade.
A reencarnação é uma lei da Natureza.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


Capa do Cd do nosso querido irmão Beto que tem sido vendido para ajudar a creche Prof. Altino Bastos de Melo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011


 

A avezinha liberta

Certa vez, uma avezinha, diferente de suas irmãs e irmãos, nasceu com dificuldades de expressão. Sua cabecinha não conseguia pensar direito e, enquanto os outros passarinhos cantavam lindamente, ela somente gritava sons.
Mas não era somente isso. Tinho – era seu nome – também tinha dificuldade de caminhar e de voar como os outros pássaros, necessitando sempre do carinho e do apoio dos irmãos que o amavam e cuidavam dele com muita dedicação. 
O tempo passou e Tinho cresceu. Contudo, chegou um momento em que, mesmo atentos, a mamãe e os irmãos não puderam ajudá-lo.  
Certa ocasião, no jardim onde vivia, o jardineiro passou o rastelo para fazer a limpeza do terreno e, reunindo toda a sujeira, folhas e galhos secos, ateou fogo no lixo. 
A avezinha, que pulava de um lado para outro na vegetação, procurando alimento, cansada de brincar e de voar, aquietou-se e dormiu. Não notou que o jardineiro acendera fogo ali perto. Quando percebeu o perigo, já era tarde. Foi atingido pelo fogo!  
Com as asinhas chamuscadas e os pezinhos queimados, Tinho tentou voar, mas não conseguiu. 
Sentia muita dor, mas não conseguia chamar ninguém, gritar por socorro. Quando a mãe, que nunca descuidava dele e o procurava, o encontrou, ele já estava ferido. 
Então, a mãe pôs-se a piar por socorro. Os outros ouviram o brado da mãe e vieram ajudá-la. Juntos, conseguiram retirá-lo do fogo com extrema dificuldade e levá-lo para local seguro. 
Como o papai-passarinho já passara para o outro lado da vida, a tarefa coube à mãe e aos irmãos, que cuidaram dele com infinito carinho, ajudando-o em tudo o que podiam. 
No entanto, os ferimentos causados pelo fogo eram muito graves. Por isso, chegou o momento em que a avezinha não podia mais continuar sofrendo. Precisava libertar-se daquele sofrimento que por meses a mantivera presa ao corpinho pequeno, frágil e com queimaduras. 
Desse modo, Jesus, que é todo amor e misericórdia, resolveu libertar o passarinho das amarras que o prendiam ao corpo físico. 
Então, finalmente, a avezinha, liberta em espírito, voou para o espaço ao encontro de todos aqueles que a amavam, sendo recebida com muito amor pelo seu papai.  
O Anjo da Guarda, que também viera recebê-la, envolveu a avezinha liberta com ternura, dizendo-lhe com carinho: 
— Seja bem-vindo ao Reino do Amor. Você fez jus por ter sabido enfrentar a existência de dificuldades que recebeu. Era necessário que assim fosse para que aprendesse a lição do amor. Suas dificuldades nesta última existência eram manchas que trouxe do passado e que marcavam seu espírito, e que precisavam ser eliminadas. Agora, liberto das amarras que o prendiam ao corpo físico, repousa meu filho, pois você bem merece.  
Após refazer-se por algum tempo, a avezinha despertaria para uma nova vida cheia de bênçãos e de alegrias, certa de que seu sofrimento não foi em vão. Que ela precisava passar por ele para reajustar-se perante as Leis Divinas.    
E assim a avezinha liberta, exausta da luta que enfrentara, mas feliz, sentindo-se leve e renovada, finalmente adormeceu nos braços do seu pai.        
Agora, sem dores e sem sofrimentos, Tinho podia voar pelos jardins, sentir o vento tocar suas penas, aspirar o perfume das flores, conversar com as borboletas, com os outros pássaros, com as árvores, com as plantas.  
E quem o visse assim, perguntaria: 
— Quem é essa avezinha luminosa que
passa por nosso jardim? 
E um sábio pássaro de mais idade responderia: 
— Essa é uma ave que venceu as dificuldades da vida e agora mora num outro jardim, no mundo espiritual, maior e mais bonito do que o nosso!    
                                                                  MEIMEI
 
(Mensagem recebida por Célia X. de Camargo em 25 de julho de 2011, por ocasião do retorno ao mundo espiritual do querido Vicente Pallotti Pennacchi.)